WEB311: Conheça o ETF cripto que investe em plataformas de contratos inteligentes

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WEB311 é o código do Exchange Traded Fund (ETF, ou fundo negociado em Bolsa) de criptoativos que investe em plataformas de contratos inteligentes (smart contracts) pelo mundo.

Aqui no Blog do Grana, você terá informações sobre essa novidade que estará disponível na Bolsa brasileira (B3) a partir de 30 de março de 2022.

Confira na sequência do texto:

O que é o ETF cripto WEB311

O novo produto é um fundo de índice negociado em Bolsa (ETF) que foi desenvolvido em parceria da gestora Hashdex com a CF Benchmarks, um dos principais provedores globais de índices do mercado de ativos digitais.

O WEB311 vai espelhar o índice “CF Web 3.0 Smart Contract Platforms Market Cap Index”, que por sua vez vai investir as principais plataformas de contratos inteligentes (ou smart contracts).

Onde o WEB311 aplica os recursos dos cotistas

Segundo informações da Hashdex, inicialmente, o índice vai investir em sete grandes projetos (tokens) e deve seguir a seguinte composição: Ethereum (22,5%); Cardano (22,5%); Solana (22,1%); Polkadot (19,5%); Algorand (8,8%); Tezos (3,5%); e, por fim, Cosmos (1,1%).

Quais são coordenadores da oferta inicial do ETF WEB311

O período de reserva do novo ETF começou no último dia 14 de março de 2022, segunda-feira. O início das negociações do WEB311 na bolsa brasileira deve ocorrer no dia 30 de março.

Nesse período de reserva, os coordenadores da oferta do novo ETF são: Banco Genial, Itaú BBA, XP Investimentos e BTG Pactual.

Qual a taxa de administração do WEB311

O WEB311 terá taxa de administração total de 1,3% ao ano.

Qual a valor da cota do ETF WEB11

A Hashdex estima que o valor inicial do ETF fique em torno de R$ 50 por cota.

Comentários sobre o lançamento do novo ETF na Bolsa  

“Baseadas na tecnologia blockchain e operadas por redes descentralizadas, as plataformas de contratos inteligentes são a infraestrutura base todas as aplicações de Blockchain, incluindo a Web 3.0, um nova versão da internet que deverá acelerar ainda mais a transformação digital da nossa sociedade”, comenta Samir Kerbage, diretor de tecnologia da Hashdex.

“Este novo ETF cripto vai buscar garantir as melhores oportunidades de investimento nessas plataformas. Trata-se de uma oportunidade única para investir, de forma regulada, nos projetos que serão o motor da internet do futuro”, diz Kerbage.

Quais são os principais riscos do ETF WEB311

A exemplo dos demais ETFs de criptos já lançados no Brasil e em outros mercados internacionais, o principal risco do WEB311 é a volatilidade, o sobe e desce constante das cotas.

Como todo produto novo na praça, o ETF também terá riscos de liquidez (capacidade de venda rápida das cotas no preço desejado) e de insegurança jurídica e regulatória, pois governos ou bancos centrais pelo mundo (inclusive no Brasil) estão buscando regular o mercado de novas tecnologias e de criptoativos.

Além disso, como todo produto listado em Bolsa, o ETF terá riscos de mercado, macroeconômicos e cambiais, nesse último caso relativo às oscilações das moedas e ativos (inclui criptoativos) que são investidos no exterior.

Qual é a experiência da gestora do WEB311 com ETFs de criptos

O WEB311 será o quinto ETF de criptoativos que a Hashdex coloca em negociação na B3.

Pioneira, a gestora lançou o primeiro produto da modalidade no Brasil, o HASH11. O fundo investe numa cesta de ativos que buscam representar o melhor do mercado cripto. Atualmente, o ETF conta com mais de 150 mil investidores.

Em 2021 a gestora lançou o BITH11, um produto 100% Bitcoin verde, e o ETHE11, um fundo de índice que investe totalmente em Ethereum.

Recentemente, em fevereiro deste ano, a empresa lançou o DEFI11, que investe no disruptivo mercado de finanças descentralizadas:

Lançamento do DEFI11 da Hashdex em fevereiro na Bolsa. Foto: Divulgação B3/Cauê Diniz.

Qual a alíquota do Imposto de Renda em ETFs de criptos

Se você teve lucro com ETFs de criptos, saiba que as cotas desses ETFs negociados na B3 são tributadas em 15% sobre o ganho de capital em operações normais.

Por exemplo, em daytrade, a alíquota é de 20%, apurado pela diferença positiva entre os valores de venda e de aquisição da cota.

Ou seja, se o investidor compra num preço menor e vende depois num preço maior, registra lucro pelo ganho de capital.

Se o aplicador vende o ETF de criptos e registra o lucro, o recolhimento do IR deve ser feito pelo próprio investidor via DARF até o último dia útil do mês seguinte.

Para saber mais informações sobre como declarar ou pagar o Imposto de Renda em ETFs de criptos de forma automática, acesse o link abaixo:

Fontes consultadas: B3 e Hashdex

Edição: Ernani Fagundes, jornalista responsável pelo conteúdo do Blog do Grana.

E-mail: ernani.fagundes@grana.capital (mande sua opinião sobre o Blog do Grana e sugestões para melhorar sua experiência no site de notícias de mercado e de investimentos).

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