Fim do JCP seria ruim para os bancos, diz Mario Leão, presidente do Santander

Fim do JCP seria ruim para os bancos

Fim do JCP seria ruim para os bancos, disse o presidente do Santander Brasil, Mario Leão, em entrevista coletiva realizada nessa quarta-feira (26/07), na sede do banco em São Paulo.

A distribuição de proventos na forma de juros sobre capital próprio (JCP) é utilizada pelos bancos brasileiros (ex. Santander Brasil, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil) por causa do tratamento fiscal, que na prática, beneficia as instituições financeiras. Por isso, em geral, as instituições preferem distribuir o mínimo em dividendos e a maior parte em JCP.

Na distribuição em JCP, os investidores recolhem 15% do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

CLIQUE AQUI ou abaixo para baixar o aplicativo Grana:

Mario Leão argumentou que o tema do JCP apareceu, mas que esse movimento (do fim do JCP) seria ruim para a indústria financeira.

“Quando o (ministro da Fazenda) Haddad fala que empresas não estão pagando impostos, não está falando do setor financeiro”, disse Leão. As instituições financeiras estão entre os maiores pagadores de impostos no País.

O presidente do Santander Brasil falou das consequências de um eventual fim do JCP para os bancos. “O custo da operação de crédito ficaria maior. (…) A gente espera que isso (o fim do JCP) não aconteça”, afirmou.

(*) Fontes de conteúdo: Santander Brasil

Blog do Grana é a página de conteúdo informativo do aplicativo Grana Capital, parceiro da B3 para ajudar os investidores com o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

Gostou? Compartilhe nas Redes Sociais:
Facebook
Twitter
LinkedIn
Receba em primeira mão nossas novidades

Assine nossa Newsletter

Baixe já nosso App