SNEL11: Conheça o fundo imobiliário da Suno Asset que investe em energia solar

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SNEL11 é o código do fundo investimento imobiliário (FII) Suno Energias Limpas.

Aqui no Blog do aplicativo Grana Capital, você terá mais informações sobre esse novo produto financeiro que está em fase de captação inicial.

Confira mais detalhes na sequência do texto logo após a imagem ilustrativa:

SNEL11, o FII Suno Energias Limpas. Imagem criada por Gerd Altman/Pixabay.

SNEL11 e fase de captação

A Suno Asset, gestora de recursos do Grupo Suno, está em período de reserva de cotas do SNEL11, fundo imobiliário com investimentos em projetos de energia limpa, administrado pela XP Investimentos e conta com a Órama como coordenador líder. 

Essa é a primeira vez que um investidor pessoa física terá acesso a um veículo como esse — fundos ancorados em teses de energia renovável são comumente acessados de forma exclusiva por investidores qualificados ou profissionais, através de FIPs. Os interessados têm até dia 19 de dezembro para realizar as reservas da oferta e garantir uma fatia do fundo.

O objetivo é captar, nesta rodada, até R$ 500 milhões em uma oferta 400, aberta a investidores comuns. O montante será usado para investir em projetos de energia solares (projetos fotovoltaicos) ao longo de 2023. As cotas do fundo serão negociadas abertamente na Bolsa até 2024, ano em que os investidores começarão a receber os primeiros rendimentos.

A gestora está sendo inovadora ao lançar o primeiro fundo imobiliário de energia limpa do Brasil em uma oferta aberta a investidores pessoas físicas, permitindo mais um passo rumo à democratização do mercado de capitais para investidores pessoas físicas, oferecendo o acesso a fatias de um investimento sustentável e a oportunidade de o investidor comum investir em uma tese de energia desde o começo de seu ciclo, buscando os retornos potenciais do segmento de cerca de 25 a 30% ao ano para projetos solares de micro e minigeração.

O que é o FII SNEL11

O SNEL11 é fundo de investimento imobiliário de gestão ativa, em condomínio fechado com prazo indeterminado.

Taxa de Administração 

1,20% ao ano, sendo 1,08% ao ano por gestão + 0,12% administração e custódia.

Taxa de performance

20% sobre o que exceder o benchmark (IPCA + 7% a.a.)

Objetivo de renda do SNEL11

Assim como os demais produtos e serviços ofertados pela casa, o SNEL11, Suno Energias Limpas Fundo de Investimento Imobiliário, é ancorado em teses de investimentos, que unem o know-how de uma equipe multidisciplinar com a expertise de parceiros e instituições referências neste mercado.

A Suno possui um pipeline potencial mandatado para investimento de R$ 500 milhões que possui retorno prioritário médio de 25% ao ano para o fundo nos 11 primeiros anos, além de deixar a possibilidade de o fundo comprar outros ativos que estão sendo discutidos entre a gestora e empresas especializadas do segmento de energia.

O FII distribuirá rendimentos mensalmente, a partir da receita gerado pela venda da energia solar, após período de desenvolvimento dos projetos, que pode levar até 18 meses, sendo que estes rendimentos podem ser isentos de IR para pessoas físicas.

Para garantir a expertise técnica do segmento necessária em todas as fases do SNEL11, desde seu estudo de viabilidade até sua gestão, a Suno reforçou seu time, trazendo um consultor especializado em projetos solares para a equipe do fundo, Rafael Menezes, e também o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), contando com nomes como Adriano Pires, Bruno Pascon e Pedro Rodrigues no projeto.

Responsabilidade ESG do SNEL11

Embora o foco inicial do FII seja investimentos em projeto de energia limpa por meio de painéis solares, o mandato do fundo permite investimento no mercado de energia limpa de forma ampla, sendo possível a gestora evoluir para outras frentes.

O interesse da Suno Asset pelo mercado de geração distribuída de energia não começa agora com o SNEL11; a gestora já investiu em projetos de geração de energia distribuída no SNCI11 — fundo de recebíveis imobiliários que investe majoritariamente em CRI.

Em julho deste ano, a Suno holding celebrou uma importante conquista: foi certificada pela Carbonext, maior desenvolvedora de projetos para geração de crédito de carbono REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação), como empresa Carbono Neutro. Com o selo conquistado, o grupo assumiu a responsabilidade de compensar ou absorver o mesmo volume de CO² que emite no meio ambiente, contribuindo ativamente para a preservação da Floresta Amazônica.

Informações sobre o Grupo Suno

O Grupo Suno é uma holding de empresas que trazem informações e produtos que antes eram apenas acessíveis aos grandes investidores para o investidor pessoa física. É composta pela casa de análise Suno Research, responsável pelas análises de investimentos independentes, pelo portal de informações financeiras Suno Notícias, pela gestora de investimentos Suno Asset e pela gestora de recursos Suno Wealth.

Informações sobre a Suno Asset

A Suno Asset é a gestora de investimentos independente do Grupo Suno. Tem como missão fazer as melhores escolhas para os investidores que acreditam em uma gestão de fundos baseada nos mesmos pilares da casa de análise Suno Research, com objetivo de construir um patrimônio sólido e conquistar a independência financeira. A filosofia é a mesma adotada em todas as empresas do Grupo Suno: investimento de longo prazo e value investing.

Risco de liquidez

Atualmente, com a listagem dos fundos imobiliários na Bolsa, o risco de não conseguir vender as cotas é muito pequeno, mas eventualmente há casos de vendedores aceitarem um desconto maior para saírem de suas posições. Fundos fechados fora da Bolsa ainda têm dificuldade para encontrar compradores para as cotas.

Risco de mercado

O risco de mercado é vasto e depende de diversas variáveis, desde notícias sobre economia, política, política econômica, política monetária (juros), notícias internacionais de economia, política e até geopolítica (guerras, conflitos, terrorismo e tensões entre países). Essas notícias podem provocar volatilidade nas cotas.

Imposto de Renda em fundos imobiliários

Ao vender um fundo imobiliário, você precisa calcular um Imposto de Renda de 20% sobre os ganhos de capital (lucros), se houver, e pagar até o último dia útil do mês seguinte.

O IR é calculado sobre a diferença entre o preço médio de compra e o de venda das cotas. Vale lembrar que, diferente do investimento em ações, os fundos imobiliários não possuem a isenção para venda das cotas até R$ 20 mil por mês.

Outro aspecto importante sobre os fundos imobiliários que vale destacar é que os proventos (dividendos) são isentos do Imposto de Renda – os proventos são os valores que o investidor de FIIs recebe mensalmente na sua conta corrente.

A isenção do IR sobre rendimentos para investidores pessoas físicas só é válida quando o fundo de investimento imobiliário (FII) é negociado na Bolsa (B3). Essa isenção é válida quando o fundo possui pelo menos 50 cotistas (no mínimo) e para o investidor pessoa física que detenha, no máximo, até 10% das cotas emitidas pelo fundo.

Em outras palavras, fundos imobiliários fechados (não listados na Bolsa), fundos com poucos cotistas (menos de 50) ou investidores que tenham uma fatia de mais de 10% das cotas do fundo perdem o benefício da isenção fiscal sobre os rendimentos dos imóveis.

(*) Fonte de conteúdo: Suno Asset.

O Blog do Grana é a página de conteúdo informativo do aplicativo Grana Capital, parceiro da B3 para ajudar os investidores com o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

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