BITI11: Conheça o ETF de Bitcoin do Itaú

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BITI11 é o código do Exchange Traded Fund (ETF ou fundo negociado em Bolsa) da família Itaú It Now que acompanha o Bloomberg Galaxy Bitcoin Index.

Aqui no Blog do aplicativo Grana Capital, você terá informações sobre esse novo produto financeiro lançado pelo Itaú em novembro de 2022.

Confira na sequência do texto, logo após a imagem ilustrativa:

Imagem para Bitcoins criada por Mohamed Hassan/Pixabay

O que é o ETF BITI11

O BITI11 é um fundo internacional que busca replicar o Bloomberg Galaxy Bitcoin Index (BTC), índice criado e administrado pela Bloomberg Index Services Limited e associado com a Galaxy Digital.

Com mais de US$ 2,1 bilhões sob gestão, a Galaxy é a líder americana em investimentos com blockchain e criptoativos, trazendo acesso a ativos emergentes como o Bitcoin para os investidores.

Onde o ETF BITI11 aplica os recursos dos cotistas

O ETF aplica em cotas de Bitcoins com exposição cambial em dólar.

Segundo a divulgação do Itaú, o BIDI11 serve para diversificação, pois possui baixa correlação com os principais ativos de risco brasileiros e globais. O ETF também pode servir de estratégia de investimentos em bitcoin sem a necessidade de abrir conta em corretoras de criptoativos.

Qual é o valor da aplicação mínima

No lançamento, o valor da aplicação mínima estava em pouco menos de R$ 30 por cota, acessível para investidores do varejo.

Qual é a taxa de administração

O valor da taxa de administração é de 0,70% ao ano.

Quais os riscos do ETF de Bitcoins

Como outros investimentos em criptoativos e ETFs de criptoativos, o principal risco desse mercado é a altíssima volatilidade.

Os preços dos ativos da carteira podem oscilar expressivamente para cima ou para baixo e sem nenhuma previsibilidade. No crash mais recente do Bitcoin, por exemplo, o valor de mercado das criptomoedas diminuiu cerca de US$ 500 bilhões.

Há previsões de analistas norte-americanos que apontam que os criptoativos podem perder US$ 1 trilhão de valor por causa da alta dos juros nos Estados Unidos.

Já outros analistas apontam o momento atual com um ponto de entrada para o longo prazo em criptoativos e ETFs de criptoativos após as fortes perdas recentes.

Como não há consenso entre os profissionais de mercado, a volatilidade é a marca do segmento, ou seja, um investimento de alto risco para perdas ou ganhos.

Além disso, há outros riscos comuns relacionados aos ETFs internacionais:

  • risco cambial (de perdas com a volatilidade de moedas ou criptoativos em relação ao real);
  • risco de mercado;
  • risco de liquidez;
  • risco tributário (ex.: mudança na cobrança de impostos e taxas);
  • risco do bom desempenho dos criptoativos ou ETFs de criptoativos não se repetir no futuro;
  • riscos regulatórios (ex.: mudança na legislação sobre criptoativos e ETFs de criptoativos);
  • outros riscos (ex.: de imagem, de escândalos financeiros, de fraudes contábeis, riscos ambientais, sociais e de falta de governança corporativa, etc.).

Qual é a tributação de IR do ETF de Bitcoins BITI11

A alíquota é de 15% de Imposto Renda sobre o ganho de capital para qualquer período de investimento, sem Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e sem come-cotas, a cobrança semestral do IR na fonte.

A alíquota de Imposto de Renda (IR) é de 15% sobre os ganhos de capital ocorre no resgate das cotas, a ser recolhido pelo investidor pessoa física via DARF até o dia 30 do mês seguinte da venda das cotas (o ganho de capital é a diferença positiva entre preço de compra e o preço de venda das cotas).

No caso de day trade (vendas das cotas no mesmo dia da compra), a alíquota é de 20% sobre os ganhos de capital obtidos.

O investidor pessoa física também deve recolher o tributo via DARF até o dia 30 do mês seguinte da operação.

Exigência da Declaração do investimento no Imposto de Renda

Existe um ditado popular que diz: “só existem duas certezas na vida, a da morte e a dos impostos”. No caso brasileiro, devemos acrescentar que todo investimento precisa ser informado na Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF).

Portanto, se você é investidor pessoa física, lembre-se que além do pagamento do Imposto de Renda sobre Ganhos de Capital, o investimento em ETFs de criptos deve ser declarado à Receita Federal.

(*) Fonte de conteúdo: Itaú

O Blog do Grana é a página de conteúdo informativo do aplicativo Grana Capital, parceiro da B3 para ajudar os investidores com o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

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