PEVC11: Conheça o ETF que investe em private equity e venture capital no exterior

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PEVC11 é o código para o Exchange Traded Fund (ETF ou fundo negociado em Bolsa) de Investimento no Exterior Investo Bluestar Top 10 US Listed Alternative Asset Managers.

Aqui no Blog do Grana, você terá informações sobre esse novo fundo listado na B3 em 31 de agosto de 2022.

Confira na sequência do texto:

PEVC11 ETF de PE & VC. Imagem ilustrativa para Venture Capital criada por Marcus Winkler/Pixabay

O que é o PEVC11

O PEVC11 é um fundo negociado em Bolsa (ETF) da gestora Investo que aplica em ativos de Private Equity & Venture Capital no exterior.

O Fundo de índice listado na B3 replica o desempenho do índice BlueStar Top 10 US Listed Alternative Asset Managers Index (BUALT).

Onde o PEVC11 aplica os recursos dos cotistas

O índice BlueStar Top 10 US Listed Alternative Asset Managers Index (BUALT) foi desenhado para acompanhar a performance das dez maiores e mais líquidas gestoras de ativos alternativos listadas na Bolsa dos Estados Unidos.

Na prática, o PECV11 aplica em ativos de gestoras de private equity & venture capital: Apollo Global Management (23,65%), Brookfield Asset Management (13,90%), Carlyle Group (7,63%), Ares Management (7,5%), FS KKR Capital Corporation (6,15%), KKR & Co (11,11%), Main Street Capital Corporation (2,86%), Owl Rock Capital Partners (4,82%) e Blackstone (12,63%).

Qual a taxa de administração do PEVC11

O PEVC11 possui taxa de administração de 0,70% ao ano.

Qual o valor da cota inicial do PEVC11

O valor inicial do PEVC11 foi estabelecido em R$ 100 por cota, acessível para investidores pessoas físicas.

Quais são os riscos do ETF internacional

Como o PEVC11 é um ETF internacional, o principal risco do investimento está relacionado à volatilidade do câmbio. Em outras palavras, o investidor do ETF PEVC11 pode ter prejuízos com o sobe e desce do valor do dólar norte-americano.

Além disso, como todo produto listado em Bolsa, o ETF terá riscos de mercado e macroeconômicos (ex.: aumento de juros nos EUA, na Europa, na China), e até geopolíticos e de boicotes econômicos internacionais, a depender do cenário de guerra no exterior.

Qual a alíquota do Imposto de Renda do ETF

A alíquota de Imposto de Renda é de 15% sobre os ganhos de capital no resgate das cotas a ser recolhido pelo investidor pessoa física via DARF até o dia 30 do mês seguinte da venda das cotas (ganho de capital é a diferença positiva entre preço de compra e o de venda das cotas).

No caso de day trade (vendas das cotas no mesmo dia da compra), a alíquota é de 20% sobre os ganhos de capital obtidos.

O investidor pessoa física também deve recolher o tributo via DARF até o dia 30 do mês seguinte da operação.

Exigência da Declaração do investimento no Imposto de Renda

Existe um ditado popular que diz: “só existem duas certezas na vida, a da morte e a dos impostos”. No caso brasileiro, devemos acrescentar que todo investimento precisa ser informado na Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF).

Portanto, se você é investidor pessoa física, lembre-se que, além do pagamento do Imposto de Renda sobre ganhos de capital, o investimento em ETFs internacionais também deve ser declarado à Receita Federal.

Fontes de conteúdo: B3 e gestora Investo.

Edição: Ernani Fagundes, jornalista responsável pelo conteúdo do Blog do Grana.

O Blog do Grana é a página de conteúdo informativo do aplicativo Grana Capital, parceiro da B3 para ajudar os investidores com o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

E-mail: ernani.fagundes@grana.capital (mande sua opinião sobre o Blog do Grana e sugestões para melhorar sua experiência no site de notícias de mercado e de investimentos).

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