Carrefour (CRFB3) e Telefônica (VIVT3) entre os destaques da Bolsa

Carrefour (CRFB3) e Telefônica (VIVT3)

As ações de Carrefour (CRFB3) e Telefônica (VIVT3) estavam entre os destaques da Bolsa na manhã de 27 de julho de 2022.

Carrefour Brasil (CRFB3)

Ação do Carrefour Brasil (CRFB3) surgia entre as maiores altas do Ibovespa no período da manhã de 27 de julho de 2022 e puxava a valorização das ações dos concorrentes Assaí e Pão de Açúcar.

Carrefour Brasil apresentou lucro líquido ajustado de R$ 600 milhões no segundo trimestre de 2022, aumento de 1,3% em relação a igual trimestre de 2021.

A receita líquida alcançou R$ 24 bilhões, aumento de 36% na comparação anual.  

“Esperamos uma reação positiva de investidores porque os resultados de Carrefour Brasil mostraram uma combinação saudável de forte aumento de vendas com pequeno recuo das margens. Além disso, o aumento do endividamento foi em função da aquisição do BIG Supermercados que trouxe mais 401 lojas as 779 lojas do final de 2021 e mais 1 milhão 158 mil metros quadrados de área de vendas aos 2 milhões 180 mil metros quadrados também do final de 2021, ou seja, mais 53% de área de vendas que só entraram nos resultados de junho do 2º trimestre de 2022 depois do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovar a compra do BIG”, avaliou Flavio Conde, analista da Levante Investimentos.

Imagem ilustrativa para rede de supermercados criada por Michael Gaida/Pixabay

Telefônica Brasil Vivo (VIVT3)

Ação da Telefônica Brasil Vivo (VIVT3) aparecia entre as maiores baixas do Ibovespa na manhã de 27 de julho de 2022.

Telefônica Brasil (Vivo) apresenta lucro líquido de R$ 746 milhões no segundo trimestre de 2022, queda de 45% em relação ao mesmo período de 2021.

A receita líquida alcançou R$ 11,8 bilhões, aumento de 11% na comparação anual.

A companhia foi impactada por custos maiores de R$ 5,8 bilhões (segundo trimestre de 2021) para R$ 7,2 bilhões (segundo trimestre de 2022) devido ao aumento dos custos dos serviços e produtos vendidos e de operação com pessoal e comercial mais infraestrutura.

O resultado financeiro piorou de negativos R$ 157 milhões para negativos R$ 601 milhões.

A dívida líquida da Telefônica Brasil aumentou para R$ 13,2 bilhões, no final do 2T22, vindo de R$ 4,5 bilhões, no final do 2T21, e R$ 9,1 bilhões, no final do 1T22.

“Esse aumento de endividamento ocorreu para a companhia poder pagar a compra das licenças por operar o 5G em todo o Brasil e parte dos clientes da Oi Móvel. As ações podem cair nesta quarta-feira, com esse lucro bem menor que o esperado”, descreve Flávio Conde, analista da Levante.

(*) Fontes de conteúdo e relatórios consultados: CVM, B3, BTG Pactual e Levante .

Edição: Ernani Fagundes, jornalista responsável pelo conteúdo do Blog do Grana.

Conteúdo nas redes sociais: Letícia Alonso (vídeo), Vitória Mendonça e Gabriela Orsi.

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