RBIF11: Conheça o fundo de infraestrutura da Rio Bravo que investe em CRIs, FIDCs e debêntures

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RBIF11 é o código do fundo de investimento em infraestrutura Rio Bravo ESG FIC FI Infra.

Aqui no Blog do Grana, você terá informações sobre essa nova aplicação financeira listada na Bolsa (B3) em 23 de junho de 2022.

Confira na sequência do texto:

Lançamento do fundo de infraestrutura da Rio Bravo na Bolsa. Foto: Divulgação/B3.

O que é o RBIF11?

O RBIF11 é um Fundo Incentivado de Investimento em Infraestrutura (FI-Infra) que possui incentivos fiscais para o horizonte a longo prazo como a isenção do Imposto de Renda sobre os rendimentos para investidores pessoas físicas.

Qual é a gestora do RBIF11?

O fundo é gerido pela Rio Bravo, gestora que atua em fundos de renda fixa, variável, multimercados e imobiliários.

Qual é o objetivo do fundo de infraestrutura?

A alocação de recursos do fundo visa desenvolver o setor de infraestrutura no Brasil, agregando também um olhar ESG aos investimentos por meio da inclusão de “green bonds” (títulos verdes) à carteira.

Esse é o décimo FI-Infra listado na Bolsa. Segundo comunicado da B3, o produto representa mais uma opção para o investidor de varejo interessado em diversificar seu portfólio.

Essa modalidade de fundo foi lançada em 2019 e está disponível para o investidor pessoa física desde 2020 com isenção de IR sobre os proventos.

De acordo com a B3, trata-se de mais um produto que viabiliza o acesso ao mercado de renda fixa com exposição a vários ativos, por meio da compra de um único papel.

Onde o RBIF11 aplica os recursos dos cotistas?

O FI-Infra aloca os recursos dos investidores em ativos atrelados à infraestrutura, tais como certificados de recebíveis imobiliários (CRIs), fundos de investimentos em direitos creditórios (FIDCs) e principalmente debêntures.

Dessa forma, o fundo contribui para o financiamento do mercado de infraestrutura, abrangendo setores como saneamento, energia, ferroviário e rodoviário.

Quais são os riscos de fundos de infraestrutura?

De um modo geral, os fundos incentivados de infraestrutura são, na prática, fundos de crédito para investimentos a longo prazo. Ou seja, não é voltado para investidores com horizonte de curto ou de médio prazo.

Portanto, há dois riscos importantes a serem considerados:

  1. o risco de crédito do setor de infraestrutura (saneamento, energia, ferroviário, rodoviário);
  2. o risco do cotista precisa resgatar seus recursos antes da maturação dos investimentos no longo prazo.

Além disso, há outros riscos comuns das aplicações financeiras:

  • de mercado;
  • de liquidez;
  • corporativos de cada um dos papéis na carteira;
  • dos projetos não apresentarem os resultados esperados;
  • macroeconômicos (ex.: aumento de juros que prejudique a captação de recursos para os investimentos);
  • tributários (ex.: eventual mudança na tributação dos ativos da carteira);
  • jurídicos (ex.: processos judiciais envolvendo os projetos investidos);
  • ambientais, sociais e de governança coorporativa;
  • políticos (mudança de governo que altere a política de investimento em infraestrutura)
  • outros riscos (crises locais ou internacionais).

Exigência da Declaração do FI Infra no Imposto de Renda

Existe um ditado popular que diz: “só existem duas certezas na vida, a da morte e a dos impostos”.
No caso brasileiro, devemos acrescentar que todo investimento precisa ser informado na Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF).

Portanto, se você é investidor pessoa física, lembre-se que além do Imposto de Renda sobre Ganhos de Capital nas cotas, o investimento em fundos de infraestrutura também deve ser declarado à Receita Federal.

(*) Fontes de conteúdo: CVM, B3 e Rio Bravo.

Edição: Ernani Fagundes, jornalista responsável pelo conteúdo do Blog do Grana.

Conteúdo nas redes sociais: Letícia Alonso (vídeo), Vitória Mendonça e Gabriela Orsi.

O Blog do Grana é a página de conteúdo informativo do aplicativo Grana Capital, parceiro da B3 para ajudar os investidores com o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

E-mail: ernani.fagundes@grana.capital (mande sua opinião sobre o Blog do Grana e sugestões para melhorar sua experiência no site de notícias de mercado e de investimentos).

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