Fiagro do Itaú (RURA11) capta R$ 600 milhões

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O Fiagro do Itaú (RURA11) captou R$ 599,995 milhões com mais de 5 mil investidores em sua oferta pública, a maior operação de um Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas do Agronegócio (Fiagro) até o momento, segundo dados registrados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O fundo Itaú Asset Rural Fiagro Imobiliário (RURA11) está disponível para negociação na Bolsa (B3) para o público em geral desde 9 de março de 2022 e foi listada com o valor inicial de R$ 10,01 por cota, acessível para investidores pessoas físicas do varejo.

A oferta pública teve aplicação mínima de R$ 5 mil, voltada para clientes do Itaú e outros investidores pessoas físicas que inscreveram nas corretoras participantes da operação.

Entre as corretoras participantes da oferta pública estavam: Itaú Investimentos, XP Investimentos, BTG Pactual, Modalmais, Nu Invest e Órama Investimentos.

Na oferta pública foi estabelecido em R$ 10,00 por cota.

Aqui no Blog do Grana, você terá informações sobre essa novidade do Itaú e os riscos deste tipo de aplicação financeira.

Confira na sequência do texto:

Foto: Divulgação B3/Ricardo Reis

O que é o Fiagro do Itaú (RURA11)

O Fiagro Imobiliário da Itaú Asset é um fundo que investe em cadeias produtivas agroindustriais, através de um portfólio diversificado de ativos de crédito privado.

O fundo busca retorno líquido, no longo prazo, da taxa do certificado de depósito interfinanceiro (CDI) mais um prêmio (ganho adicional) de 3,0% a 3,5% ao ano, com pagamentos mensais e possibilidade de ganho de capital.

Quais são os riscos do Fiagro do Itaú (RURA11)

De acordo com as informações do Itaú contidas no prospecto definitivo, os principais riscos do fundo Itaú Asset Rural Fiagro Imobiliário (RURA11) são:

  • Risco relacionado à ausência de uma regulação específica para o Fiagro.
  • Risco de potencial conflito de interesses.
  • A importância do gestor e do consultor especializado para a seleção dos ativos.
  • Riscos de o fundo vir a ter patrimônio líquido negativo e de os cotistas terem que efetuar aportes de capital.
  • Riscos relacionados ao desenvolvimento sustentável (inclui riscos ambientais e sociais) do agronegócio brasileiro.

Além disso, vale citar que os riscos do Fiagro Imobiliário listados na Bolsa são diversos: risco de mercado, risco de crédito, risco de liquidez, risco de volatilidade na Bolsa, riscos tributários, riscos imobiliários, risco do desempenho almejado (CDI +3% a 3,5% ao ano) não se repetir no futuro, risco de concentração de renda e outros riscos.

Fiagro na Bolsa: Qual é primeiro fundo do agronegócio listado na B3

Qual a taxa de administração do Fiagro do Itaú (RURA11)

Sobre os custos, a taxa de administração é de 1% ao ano e a taxa de performance é de 20% sobre o que exceder a rentabilidade de CDI + 1% ao ano.

Imposto de Renda sobre ganhos de capital no Fiagro do Itaú

Os proventos (rendimentos e dividendos) do Fiagro do Itaú (RURA11) são isentos do imposto de renda (IR).

No entanto, os investidores não estão isentos do imposto de renda sobre ganhos de capital.

Ou seja, se você compra a cota num valor mais baixo e vende depois num valor mais alto, precisa pagar o IR sobre essa diferença positiva por meio de um DARF até o dia 30 do mês seguinte.

O Fiagro segue a mesma tabela do IR aplicada aos fundos de investimento imobiliário (FIIs).

Para resolver essa questão do IR automaticamente, acesse o link abaixo:

Relatórios consultados: CVM e Itaú

Edição: Ernani Fagundes, jornalista responsável pelo conteúdo do Blog do Grana.

E-mail: ernani.fagundes@grana.capital (mande sua opinião sobre o Blog do Grana e sugestões para melhorar sua experiência no site de notícias de mercado e de investimentos).

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