SRVD11: Conheça o fundo imobiliário Serra Verde listado na Bolsa

Share on twitter
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on linkedin

SRVD11 é o código do fundo de investimento imobiliário (FII) Serra Verde listado na Bolsa (B3).

Aqui no Blog do Grana, você terá informações sobre essa nova aplicação financeira e sobre quais são os principais riscos do FII Serra Verde, da administradora Vórtx.

Confira na sequência no texto:

SRVD11 FII Serra Verde

O FII Serra Verde (SRVD11) passou a ter cotas negociadas na B3 no último dia 05 de janeiro de 2022 com o valor inicial de R$ 8,19 por cota.

De acordo com informações da B3 foram admitidas 96.286.020 cotas para negociação nesse valor original (R$ 8,19 por cota), ou seja, um fundo com valor de mercado inicial total de R$ 788.52.503,80 na Bolsa.

Vale completar que o valor de patrimônio do fundo é de R$ 908.036.554,22 conforme as informações da Vórtx, a administradora do fundo.

Onde o fundo imobiliário aplica os recursos dos cotistas

De acordo com as informações presentes no documento do fundo disponibilizado pela B3, o FII Serra Verde aplica recursos em ativos imobiliários para o longo prazo.

Segundo a política de investimentos, o fundo deverá investir os recursos obtidos com a emissão das cotas “prioritariamente” na aquisição de ativos alvo (ativos imobiliários para o longo prazo), exceto quando necessário investir em ativos líquidos (de fácil negociação e resgate) para atender às suas necessidades de liquidez.

“Os recursos restantes à aquisição de ativos alvo, poderão ser investidos em ativos de liquidez e utilizados para o pagamento de encargos do fundo”, explica o documento.

SRVD11 – Quais são os riscos do fundo imobiliário Serra Verde

De acordo com a documentação do FII Serra Verde, os investimentos do fundo estão, por sua natureza, sujeitos a flutuações típicas do mercado (volatilidade), risco de crédito, risco sistêmico, condições adversas de liquidez e negociação atípica nos mercados de atuação.

Riscos relacionados a fatores macroeconômicos

A adoção de medidas pelo governo federal ou pelo Banco Central do Brasil podem resultar na flutuação da moeda, indexação da economia, instabilidade de preços, elevação de taxas de juros ou influenciar a política fiscal vigente poderão impactar os negócios, as condições financeiras, os resultados operacionais do fundo e a consequente
distribuição de rendimentos aos cotistas do fundo.

Impactos negativos na economia, tais como recessão, perda do poder aquisitivo da moeda e aumento exagerado das taxas de juros resultantes de políticas internas ou fatores externos podem influenciar nos resultados do fundo.

Como exemplo, algumas consequências dos riscos macroeconômicos são: aumento das taxas de juros que poderiam reduzir a demanda por imóveis ou aumentar os custos de financiamento das sociedades investidas ou ainda reduzir o apetite dos bancos comerciais na concessão de crédito tanto para incorporadora, quando o fundo utilizasse deste expediente, como para compradores de imóveis.

O aumento da inflação que poderia levar a um aumento nos custos de execução dos empreendimentos imobiliários ou mesmo impactar a capacidade de tomar crédito dos compradores de imóveis.

Alterações da política habitacional também poderiam reduzir a disponibilidade de crédito para o financiamento das obras dos empreendimentos ou mesmo do financiamento disponível para os compradores de imóveis ou o custo de obras, com redução dos incentivos atualmente concedidos a setor imobiliário.

Riscos de mercado

Existe a possibilidade de ocorrerem flutuações de mercado, nacionais e internacionais, afetando preços, taxas de juros, ágios, deságios e volatilidades dos ativos do fundo.

Além de outros fatores, com consequentes oscilações do valor das cotas do fundo, podendo resultar em ganhos ou perdas para os cotistas.

Riscos de não realização de investimentos

Não há garantias de que os investimentos pretendidos pelo fundo estejam disponíveis no momento e em quantidade convenientes ou desejáveis à satisfação de sua política de investimento.

Isso pode resultar em investimentos menores ou mesmo a não realização destes investimentos a não realização de investimentos em ativos imobiliários ou a realização desses investimentos em valor inferior ao pretendido pelo fundo.

Riscos atrelados aos ativos

A gestora desenvolve esforços na seleção, controle e acompanhamento dos ativos do fundo.

Todavia, a despeito desses esforços, pode não ser possível para o administrador identificar falhas na administração ou na gestão dos ativos.

Risco de crédito

Os ativos de liquidez (títulos de crédito) integrantes da carteira do fundo podem estar sujeitos à capacidade de seus devedores em honrar os compromissos de pagamento de juros e principal referentes a tais ativos.

Alterações nas condições financeiras dos emissores dos ativos de liquidez ou na percepção que os investidores têm sobre tais condições, bem como alterações nas condições econômicas e políticas que possam comprometer a sua capacidade de pagamento, podem trazer impactos significativos nos preços e na liquidez dos ativos de liquidez.

O fundo poderá incorrer em risco de crédito na liquidação das operações realizadas por meio de corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários que venham a intermediar as operações de compra e venda de ativos em nome do fundo.

Na hipótese de falta de capacidade ou falta de disposição de pagamento de qualquer dos emissores de ativos ou das contrapartes nas operações integrantes da carteira, o fundo poderá sofrer perdas, podendo inclusive incorrer em custos para conseguir recuperar os seus créditos.

Risco de liquidez

Segundo o documento publicado na B3, os fundos de investimento imobiliário encontram pouca liquidez no mercado brasileiro, sendo uma modalidade de investimento pouco disseminada em tal mercado.

Adicionalmente, os fundos de investimento imobiliário são constituídos sempre na forma de condomínios fechados, não sendo admitida, portanto, a possibilidade de resgate de suas cotas.

Dessa forma, os cotistas poderão enfrentar dificuldades em realizar a venda de suas cotas no mercado secundário, mesmo admitindo para estas a negociação no mercado de bolsa ou de balcão organizado.

Desse modo, o cotista que adquirir as cotas do fundo deverá estar consciente deque o investimento no fundo consiste em investimento de longo prazo.

Risco de concentração da carteira do fundo

A carteira de investimentos do fundo poderá estar concentrada 100% em ativos alvo (imobiliários) de apenas uma companhia investida, o que torna maior a vulnerabilidade do fundo em relação ao risco de tal emissora.

Risco de não pagamento de rendimentos aos cotistas

É possível que o fundo não possua caixa para a realização da distribuição de rendimentos aos cotistas uma vez que a rentabilidade do cotista dependerá da valorização e dos rendimentos a serem pagos pelos ativos alvo (imobiliários).

No caso em questão, os rendimentos a serem distribuídos aos cotistas dependerão, principalmente, dos resultados obtidos pelo fundo com a amortização e resgate dos ativos alvo (imobiliários).

Riscos regulatórios e tributários

Em razão da pouca maturidade e da falta de tradição e jurisprudência no mercado de capitais brasileiro, no que diz respeito a este tipo de operação financeira (fundos imobiliários), em situações de estresse, poderá haver perdas por parte dos cotistas em razão de eventuais mudanças regulatórias (mudanças na legislação e na regulação dos fundos imobiliários).

Também há riscos tributários como eventuais aumentos de impostos, ou fim da isenção dos proventos pagos aos cotistas pessoas físicas em fundos imobiliários.

Riscos de despesas extraordinárias

O fundo, na qualidade de proprietário dos ativos alvo (imobiliários), estará eventualmente sujeito ao pagamento de despesas extraordinárias que não sejam rotineiras no investimento dos ativos alvo.

O pagamento de tais despesas provoca redução na rentabilidade das cotas do fundo.

SRVD11 FII Serra Verde – Principais riscos relacionados aos investimentos

Riscos relacionados às companhias investidas

Os investimentos do fundo são considerados de longo prazo e o retorno do investimento pode não ser condizente com o esperado pelo cotista.

O fundo poderá alocar seus recursos em ativos alvo (imobiliários), mas não há garantias de bom desempenho de quaisquer das companhias investidas, de solvência das companhias Investidas; e da continuidade das atividades das companhias Investidas.

Tais riscos, se materializados, podem impactar negativa e significativamente o valor das cotas e, consequentemente, prejudicar os cotistas.

Não obstante a diligência e o cuidado da Gestora, os proventos podem vir a se frustrar em razão da insolvência, recuperação judicial ou extrajudicial, falência, mau desempenho operacional das companhias investidas, ou, ainda, outros fatores.

Em tais ocorrências, o fundo e os seus cotistas poderão experimentar perdas, não havendo qualquer garantia ou certeza quanto à possibilidade de eliminação de tais riscos.

Riscos ambientais

Há o risco que ocorram problemas ambientais nos investimentos em empreendimentos imobiliários que venham a ser objeto de investimento direto ou indireto pelo fundo.

Como exemplo: contaminação de terrenos, podas indevidas de vegetação, vendavais, inundações ou os decorrentes de vazamento de esgoto sanitário, acarretando assim na perda de substância econômica de tais ativos imobiliários situados nas proximidades das áreas atingidas.

Riscos de desapropriação

Há possibilidade de que ocorra a desapropriação, parcial ou total, dos imóveis que venham a ser objeto de investimento direto ou indireto pelo fundo, por decisão unilateral do Poder Público, a fim de atender finalidades de utilidade e interesse público.

Risco de sinistro

No caso de sinistro envolvendo a integridade física dos imóveis que venham a ser objeto de investimento direto ou indireto pelo fundo, os recursos obtidos pela cobertura do seguro dependerão da capacidade de pagamento da companhia seguradora contratada, nos termos da apólice exigida, bem como as indenizações a serem pagas pelas seguradoras poderão ser insuficientes para a reparação do dano sofrido, observadas as condições gerais das apólices.

No caso de sinistro envolvendo a integridade física dos imóveis não segurados, o administrador poderá não recuperar a perda do ativo.

A ocorrência de um sinistro significativo não segurado ou indenizável, parcial ou integralmente, pode ter um efeito adverso nos resultados operacionais e na condição financeira do fundo.

Riscos de desvalorização dos ativos e condições externas

O valor dos ativos está sujeito a condições sobre as quais o administrador do fundo não tem controle nem tampouco pode influir ou evitar.

O nível de desenvolvimento econômico e as condições da economia em geral poderão afetar o desempenho e a expectativa de retorno dos ativos que integrarão o patrimônio do fundo e, consequentemente, a expectativa de remuneração futura dos cotistas.

Desta forma, poderá haver desvalorização da cota do fundo, o que afetará de forma negativa o seu retorno.

Para mais informações sobre riscos de fundos imobiliários, acesse o link: O que são fundos imobiliários?

Imposto de Renda sobre ganhos de capital

Os proventos (rendimentos dos juros dos recebíveis e dividendos) de fundos imobiliários de crédito são isentos do imposto de renda (IR).

No entanto, os investidores não estão isentos do Imposto de Renda (IR) sobre ganhos de capital.

Ou seja, se você compra a cota num valor mais baixo e depois vende num valor mais alto, precisa pagar o IR sobre essa diferença positiva por meio de um DARF até o dia 30 do mês seguinte.

Para resolver essa questão do IR automaticamente, acesse o link abaixo:

IR da Bolsa: Como resolver automaticamente

Gostou? Compartilhe nas Redes Sociais:
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

Fique por dentro!

Receba notícias como esta no seu e-mail.

Receba em primeira mão nossas novidades

Assine nossa Newsletter

Baixe já nosso App