Carteira Santander Janeiro 2022: Veja a seleção de ações para o início do ano

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Carteira Santander Janeiro 2022.

Aqui no Blog do Grana, você terá informações sobre a carteira de ações recomendada pela corretora do Santander para esse início de ano.

A seleção é formada por: BTG Pactual (BPAC11), Itaú (ITUB4), JBS (JBSS3), Multiplan (MULT3), Petrobras (PETR3), Rede D’Or (RDOR3), Suzano (SUZB3), Totvs (TOTS3), Vale (VALE3), Vibra Energia (VBBR3) e Weg (WEGE3).

Confira na sequência do texto, os argumentos do estrategista Ricardo Peretti e da equipe de análise da corretora do banco sobre os riscos para cada um dos papéis selecionados.

Carteira Santander Janeiro 2022

Banco BTG Pactual (BPAC11) – Preço-alvo: R$ 35 por unit

A execução é o principal risco a ser monitorado nas histórias digitais, já que grande parte da avaliação reside no longo prazo, quando o crescimento deverá se tornar exponencial e a monetização deverá florescer.

Outro fator é o risco regulatório e de concorrência, já que a chamada agenda “BC #” do Banco Central tem fomentado um ambiente favorável para as fintechs, potencialmente trazendo concorrência para os bancos tradicionais.

O ambiente econômico desfavorável também provoca adiamentos ou cancelamentos de transações do mercado de
capitais afetando a receita de banco de investimento.

Itaú (ITUB4) – Preço-alvo: R$ 34 por ação PN

Entre os riscos de Itaú está o potencial enfraquecimento da economia brasileira devido aos altos índices de endividamento das famílias no país, impactando o crescimento do sistema de crédito e, consequentemente, o potencial de volumes do Itaú.

O cenário econômico está deteriorando-se materialmente, fazendo com que a inadimplência supere nossa expectativa de retorno aos níveis pré-covid.

Outro risco é impacto maior do que o previsto das fintechs, indo além das tarifas e afetando a concessão de empréstimos.

JBS (JBSS3) – Preço-alvo: R$ 58 por ação ON

Entre os riscos da companhia está o de alocação de capital: a JBS está buscando ativamente oportunidades adicionais de fusões e aquisições (M&A).

Há também o risco da diminuição do ciclo do gado nos Estados Unidos, o que se traduziria em piores margens operacionais aos frigoríficos.

No caso de frigoríficos há sempre o risco de surtos de doenças do gado e acordos comerciais adversos.

Outro risco é o de menor demanda por carne bovina na China.

Um eventual aumento acentuado do preço dos grãos ou impossibilidade de repasse dos maiores custos ao consumidor (PPC, USA Pork e Seara) pode reduzir as margens.

Além disso, há o risco de maior competição da Seara no mercado interno brasileiro.

Multiplan (MULT3) – Preço-alvo em revisão

Entre os riscos de Multiplan está o retorno das restrições sociais mediante uma possível piora do status da pandemia no Brasil.

Há também o risco do anúncio de novas irregularidades ou erros contábeis.

Outro fator é o aumento da concorrência no setor de shoppings com o varejo eletrônico.

Além disso há o risco da perda do poder aquisitivo dos consumidores e ciclos econômicos desfavoráveis, e também do projeto de reforma tributária em tramitação no Congresso Nacional.

Petrobras (PETR3) – Preço-alvo: R$ 33 por ação ON

No caso de Petrobras, há sempre o risco de preços do petróleo abaixo do esperado e da falta de aderência ao mecanismo de precificação de combustíveis doméstico.

Além disso há riscos de menor crescimento da produção, da falta de disciplina financeira da estatal e o risco da ingerência política do governo na empresa.

Rede D’Or (RDOR3) – Preço-alvo: R$ 80 por ação ON

Entre os riscos para Rede D’Or está que o crescimento futuro da empresa é altamente dependente de fusões e aquisições (M&A), o que pode acarretar riscos associados, tais como competição por ativos, escassez de alvos viáveis, falha em aproveitar sinergias e subestimação dos custos de integração.

O cenário macroeconômico no Brasil também é um risco a ser considerado, uma vez que a maior parte da receita da Rede D’Or é gerada a partir de pacientes que possuem planos de saúde.

Caso a recuperação dos empregos formais seja mais lenta do que o previsto, o mercado de planos de saúde pode ser
prejudicado e, consequentemente, afetar a capacidade da empresa de manter a utilização em patamares saudáveis.

Suzano (SUZB3) – Preço-alvo: R$ 82 por ação ON

Entre os riscos de Suzano estão a variação do câmbio além dos limites contratados de proteção pela empresa.

As restrições de crédito e quantitativas na China também podem impedir o bom funcionamento do mercado e atrapalhar a dinâmica de preços de celulose.

Além disso, há o risco de anúncio de diversas entradas de capacidade de celulose no mundo, o risco de requisitos ambientais rigorosos, e o risco do enfraquecimento econômico global.

Totvs (TOTS3) – Preço-alvo em revisão

No caso da Totvs há sempre o risco de concorrência mais forte do que o esperado de competidores estrangeiros.

Há também o risco da desaceleração macroeconômica prolongada, com impactos que incluem menores orçamentos de gastos com tecnologia para empresas, número de efetivo reduzido e redução de licenças de software.

Vale (VALE3) – Preço-alvo: R$ 105 por ação ON

No caso da mineradora, há o risco da redução significativa na produção de aço chinesa, levando a uma queda da demanda por minério de ferro, considerando que a China representa aproximadamente metade da demanda global por esse produto.

Vale lembrar que a Vale também é impactada pelo aumento significativo de passivos relativos ao rompimento da barragem de Brumadinho.

Além disso, uma rápida valorização do real pode aumentar os custos caixa do minério de ferro medidos em dólares.

A empresa também corre o risco da queda nos preços do níquel e cobre, e de adições inesperadas de capacidade pelos concorrentes.

Vibra Energia (VBBR3) – Preço-alvo: R$ 31 por ação ON

A Vibra Energia (antiga BR Distribuidora) pode ser impactada por grandes variações da taxa de câmbio entre compra e venda dos produtos.

A política de preço dos combustíveis no Brasil indiretamente pode afetar a empresa.

Além disso, mudanças regulatórias podem afetar a competitividade do setor de distribuição de combustíveis.

Weg (WEGE3) – Preço-alvo: R$ 40 por ação ON

A Weg corre o risco da deterioração da atividade industrial brasileira e da desaceleração da recuperação global em curso.

Além disso, a companhia corre os riscos do aumento dos preços das commodities (matérias-primas), do racionamento de energia elétrica no Brasil e de uma eventual desvalorização do dólar.

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