Carteira Guide Janeiro-2022: Conheça a seleção do analista Rodrigo Crespi

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Carteira Guide Janeiro-2022.

A corretora Guide Investimentos encaminhou ao Blog do Grana, a carteira recomendada para o mês de janeiro de 2022.

A seleção elaborada pelo analista Rodrigo Crespi é composta por 10 ações: Alpargatas (ALPA4), Assaí (ASAI3), CPFL Energia (CPFE3), Itaú (ITUB4), JBS (JBSS3), Klabin (KLBN11), Petrobras (PETR4), Localiza (RENT3), Vibra (VBBR3) e Weg (WEGE3).

Aqui no Blog do Grana você terá informações sobre cada um dos papéis dessa carteira de ações.

Confira os argumentos do analista Rodrigo Crespi e da equipe de análise da Guide Investimentos na sequência do texto.

Carteira Guide Janeiro-2022

Alpargatas PN (ALPA4)

A Alpargatas trabalha com a marca Havaianas, que é a mais forte do grupo.

Após se desfazer do direito de licenciamento da marca de artigos esportivos Mizuno, vendendo à Vulcabras, a companhia anunciou este ano a venda da marca de luxo Osklen.

O conselho da Alpargatas aceitou uma oferta vinculante do Grupo Dass que avaliou a Osklen em até R$ 400 milhões no início de novembro.

Ao longo de 2020, a companhia foi extremamente prejudicada com o fechamento temporário de shoppings e comércios de rua, assim como outras varejistas fortes no meio físico.

Diante disso, a Alpargatas passou a dar maior atenção à sua transformação digital, algo que já estava no pipeline para o ano, mas acabou sendo acelerado visando rápida adaptação ao novo cenário construído após a disseminação da Covid-19 ao redor do globo.

Tendo a Havaianas como a operação mais relevante para o grupo, a transição das vendas para o e-commerce pareceu bastante desafiadora à varejista inicialmente. Isto porque as sandálias que são o carro chefe da marca possuem um preço baixo, e quase que dobram de valor com o frete.

No terceiro trimestre de 2021, a Alpargatas teve aumento de 29 vezes no seu lucro líquido, efeito de operações descontinuadas, redução de itens não recorrentes e aumento do resultado operacional, além de anunciar que irá investir R$ 600 milhões em 2022, para poder expandir sua capacidade de produção e sua malha logística.

O montante de recursos a serem aplicados em 2021 e 2022 é de R$ 900 milhões, um dos maiores patamares da história da companhia.

A marca tem analisado diversas oportunidades de M&A, anunciando recentemente a aquisição de 49,99% do capital da marca norte-americana de calçados Rothy’s.

A empresa entregou US$ 140 milhões (cerca de R$ 800 milhões) de receita líquida nos últimos 12 meses (até novembro de 2021), o que equivale a quase 20% da base de receita da Alpargatas (estimada para 2021).

Assaí ON (ASAI3)

A companhia passou a ser listada em bolsa em 2021 após a cisão do grupo Pão de Açúcar e continua tendo como principal acionista o Grupo Casino.

A rede opera exclusivamente no segmento de atacarejo ou autosserviço (cash & carry) por meio de 187 lojas em 23 estados brasileiros e participação de mercado de 29%.

O Assaí atende revendedores, transformadores, utilizadores e consumidores finais.

O Assaí apresentou um ritmo de crescimento impressionante nos últimos anos, através de uma estratégia de abertura de novas lojas, mas também de crescimento nas vendas de mesmas lojas, em função do cenário difícil vivido pela economia brasileira, sendo o player do setor que mais cresce.

A mudança no comportamento do consumidor, que passou a adotar cada vez mais o formato “atacarejo”, tem contribuído para esse crescimento orgânico.

A aquisição do Extra Hiper deve acelerar o plano de expansão da companhia, adicionando unidades em localidades estratégicas, uma vez que os formatos Extra Hiper se localizam em centros urbanos, com baixa penetração do formato de cash & carry e localizados próximos à maioria do público transformador de uma grande cidade

O Assai apresentou crescimento operacional no terceiro trimestre de 2021 e manutenção da rentabilidade, mesmo diante de um cenário macro mais desafiador.

A companhia apresentou receita líquida de R$ 10,7 bilhões, e expansão orgânica de base de lojas, que nesse trimestre contou com a volta do público transformador (B2B) e com a continuidade da maior presença do consumidor final (B2C) em busca de preços mais baixos diante de um cenário inflacionário.

A companhia reforçou ainda que seu plano de expansão deve fechar o ano com ao menos 25 inaugurações, podendo chegar a 28, um ponto central da tese de investimentos que vem sendo executado com eficácia.

Destacamos nossa recomendação: geração de caixa robusta; perspectiva de expansão no número de lojas; aumento das vendas por metro quadrado; management com ótimo histórico de execução.

CPFL Energia ON (CPLE3)

CPFL Energia consiste em uma holding que, por meio de suas subsidiárias, distribui, gera e comercializa energia elétrica no Brasil, assim como provê serviços relacionados ao setor elétrico.

A companhia atua nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, que são considerados importantes polos econômicos e industriais do País.

A empresa continua de olho em oportunidades de crescimento em outras frentes, embora esteja bastante concentrada, no momento, na integração dos ativos da transmissora CEEE-T, adquirida em meados deste ano.

O resultado no 3T teve um EBITDA de distribuição (ex-VNR) que atingiu R$ 1,264 bilhão, 2,9%.

A inadimplência aumentou 208% ano contra ano (+ 7,5%, trimestre contra trimestre), para R$ 108 milhões, em decorrência principalmente da deterioração do contexto macroeconômico.

A empresa destacou que aumentou cortes de energia entre outras iniciativas para controlar o aumento da inadimplência. Distribuição PMS (Pessoal, Material e Serviços de terceiros) encontra-se em patamar razoável, com aumento de 12,1% na comparação anual versus uma inflação de 10,3%.

Os volumes totais na distribuição aumentaram 3,5% na comparação anual com mercado cativo  apresentando queda de 3,2% na comparação anual e mercado livre crescendo 16,3%, impulsionado principalmente pela migração de grandes clientes do mercado cativo ao livre.

As perdas gerais de energia foram reduzidas em 24 pontos-base, em 8,82% contra o nível regulatório de 8,27%.

O EBITDA na GenCo e renovável (excluindo acordo de GSF e despesas não recorrentes) atingiu R$ 957 milhões.

A queda do lucro líquido é explicada em grande parte pelos itens não recorrentes e R$ 26 milhões que impulsionaram as receitas financeiras, relacionadas à marcação a mercado efeitos. A alavancagem caiu para 1,77x Dívida Líquida dividada pelo EBITDA (de 1,88x no segundo trimestre de 2021).

Itaú Unibanco PN (ITUB4)

O Itaú Unibanco reportou um resultado em linha com consenso, com um forte aumento em relação ao ano passado, apesar da fraca base comparativa de 2020.

Os principais motivos para a alta foram em virtude de sua maior participação na frente digital, além de um aumento na receita com tarifas, gestão de ativos e bom momento do mercado de capitais.

O banco ainda revisou o seu guidance para cima, com aumento em sua carteira de crédito previsto para este ano.

No terceiro trimestre de 2021, o banco reportou resultado com lucro líquido recorrente de R$6,8 bilhões, acima do consenso de mercado, e ROE de 19,7%.

O bom desempenho foi impulsionado pelo crescimento da margem financeira com clientes, que atingiu R$ 17,5, por conta do maior volume de carteira e mix mais voltado para linhas com maiores spreads, crescimento das receitas de serviços mesmo com a saída da XP do resultado, com destaque para as receitas advindas dos cartões, administração de recursos e resultado de seguros.

O custo de crédito apresentou um aumento de 11,5% no trimestre, chegando a R$ 5,2 bilhões, mas em relação ao tamanho da carteira permanece em níveis mais baixos que o período pré-pandemia e se encontra dentro do guidance divulgado.

O banco está apresentando um forte desempenho operacional, com crescimento da carteira de crédito e manutenção da qualidade dos ativos, além de estar expandindo atuação no digital através do Iti, que já conta com 10 milhões de contas.

JBS ON (JBSS3)

A JBS é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, líder global em diversos segmentos em que atua, e possui em seu portfólio global as marcas Friboi, Seara, Swift, Primo, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Just Bare, entre outras.

A empresa possui unidades produtivas e escritórios comerciais em mais de 20 países, e operação verticalizada, que inclui o abate (bovinos, suínos, aves, entre outros), frigorificação, industrialização e comercialização de alimentos, além de atender a mais de 275 mil clientes em aproximadamente 190 países.

A JBS reportou resultado positivo no 3T21, suportada por mais um forte desempenho de suas operações norte-americanas e com retomada de volumes e aumento de preços no mercado doméstico.

A receita líquida consolidada da JBS atingiu R$92,6 bilhões no 3T21, enquanto o EBITDA ajustado foi de R$13,9 bilhões, com uma margem de 15,0%.

Mais uma vez, os principais drivers para essa boa performance foram as operações de bovinos, suínos e frangos da América do Norte, onde a demanda aquecida nos EUA segue sustentando os preços das proteínas em patamares elevados, ajudando a manter as margens em níveis robustos.

No Brasil, tanto a Seara quanto a divisão de bovinos apresentaram quedas de rentabilidade em decorrência da pressão de custos na comparação anual.

Em dezembro a empresa, através da Rigamonti, subsidiária da JBS posicionada como líder global na produção de bresaola, anunciou a aquisição do Grupo King’s, líder de mercado na produção do Prosciutto di San Daniele D.O.P., e que tem atuação relevante na fabricação de Prosciutto di Parma D.O.P., por 82 milhões de euros.

A JBS passará a deter quatro fábricas na Itália, além de toda a operação da Principe nos Estados Unidos, que inclui uma planta dedicada ao fatiamento de peças em Nova Jersey.

A operação está alinhada às estratégias da JBS para América do Norte e Europa. 

Destacamos ainda o desinvestimento do BNDES na JBS, envolvendo 70 milhões de ações, cerca de 12% da participação do banco na empresa por R$ 2,6 bilhões, o que enxergamos como positivo.

Para 2022, esperamos novas operações de M&A, especialmente com fabricantes alimentos processados, potencial deslistagem da Pilgrim’s Pride nos EUA, e possível melhora do ciclo do gado no Brasil e na Austrália.

Klabin (KLBN11)

No cenário atual a empresa tem se beneficiado em todos os seus segmentos: embalagem para alimentos e bebidas, tissue (papel higiênico e lenços de papel), e caixas de papelão para transporte dos produtos no e-commerce.

Os volumes crescentes nas vendas, tanto de papel quanto de celulose, demonstram este cenário positivo.

A empresa reportou um Ebitda no terceiro trimestre de 2021 de R$1,93 bilhão, (+7% na comparação trimestre, +56% na comparação anual.

A unidade de papel foi o principal destaque.

O projeto Puma II foi iniciado, mas ainda com uma contribuição muito pequena. A alavancagem caiu ligeiramente para 3,2 vezes a dívida líquida dividida pelo Ebitda.

Por fim, a Klabin adquiriu recentemente o negócio de papéis para embalagens e papelão ondulado da International Paper, o que reforça o compromisso da cia com o setor de embalagens e também com a geração de valor para seus acionistas.

Petrobras PN (PETR4)

A Petrobras segue apresentando bons resultados em meio à retomada dos preços do petróleo e o dólar em patamares mais elevados.

Apesar dos riscos de uma possível intervenção na política de preços da companhia, em meio à escalada do preço do combustível, avaliamos que a governança da companhia evoluiu muito ao longo dos últimos anos e tem conseguido blindar possíveis intervenções, mesmo com a recente troca no comando.

A companhia segue apresentando bons volumes de produção e redução no seu lifting cost (custo de extração) com maior participação das operações do pré-sal no portfólio.

Esperamos a entrada em operação de novos poços a médio prazo, contribuindo para o aumento na produção.

No curto prazo, alguns triggers: continuidade da venda de ativos não estratégicos; avanço do projeto de desinvestimento das refinarias; perspectiva de novos anúncios de dividendos.

A Petrobras divulgou um ótimo resultado operacional referente ao 3T21 após a divulgação de produção, no dia 21/10. O EBITDA ajustado recorrente, por sua vez, somou R$ 63,8 bilhões (+6,4% t/t e 71,4% A/A), frente a uma estimativa de mercado de R$ 56 bilhões.

A companhia se beneficiou principalmente da valorização dos preços do Brent (Brent médio no período no valor de US$ 73,5/bbl, 6,7% superior ao 2T21), além do aumento de vendas para o mercado interno.

Com relação à sua gestão de portfólio, item importante da tese, até o dia 27 de outubro a Petrobras já havia assinado a venda de 17 ativos, com destaque para as vendas da RLAM, BR Distribuidora e Gás Petro, além dos campos terrestres, totalizando uma entrada de caixa de aproximadamente US$ 3,0 bilhões.

A Petrobras vem reposicionando seu portfólio em ativos de maior rentabilidade, com foco na desalavancagem financeira da estatal, que deve atingir o patamar abaixo de US$ 60 bilhões em dívida bruta ao final do ano, destravando a nova política de dividendos.

Entre os riscos: queda mais acentuada do preço do barril de petróleo; paralisação do processo de venda de ativos são fatores que podem pressionar o papel; eventual intervenção na política de preços da companhia.

Localiza ON (RENT3)

A Localiza é a maior locadora de carros do país em termos de número de agências e tamanho da frota.

A companhia atua nos segmentos de aluguel de carros, voltado ao aluguel de carros em agências localizadas em aeroportos e fora de aeroportos, gestão de frotas, responsável pela terceirização de frotas para empresas com base em contratos de longo prazo e Franchising, responsável por franquear a marca Localiza Aluguel de Carros no Brasil e na América do Sul.

Como vantagens competitivas vemos um balanço forte para obter as melhores condições de financiamento no setor, bom relacionamento e escala para obter boas condições na compra de veículos, alcance nacional, lançamento de novos produtos e uso intenso de tecnologia, além de ser a marca mais lembrada no quesito locação.

Recentemente o Cade aprovou a combinação de negócios com a Unidas, com condicionantes (remédios) significativamente superiores aos que já haviam sido negociados anteriormente.

De acordo com notícias de mercado, o desinvestimento de frota poderia atingir cerca de 50 mil veículos, acima da redução de frota noticiada anteriormente, que indicava a venda de 30 mil veículos da frota (número final oficial não foi divulgado). O

desinvestimento resultaria em uma participação de mercado inferior a 50%. Adicionalmente, foram mencionados o desinvestimento em lojas de seminovos e de RAC, e a venda da marca Unidas.

Dito isso, seguimos confiantes na Localiza, que vem reportando bons números trimestralmente e deve continuar crescendo, apesar do ambiente mais desafiador com a falta de componentes de veículos.

Vibra Energia ON (VBBR3)

A Vibra Energia é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil em volume de vendas, com um market share no mercado de combustível de 28,0%.

A companhia divide suas operações em três segmentos operacionais: Rede de Postos, tendo a maior rede nacional, com mais de 8 mil postos revendedores, que podem contar também com lojas BR Mania e centros de serviços Lubrax +; B2B, onde atende empresas de diferentes segmentos da economia; e Mercado de Aviação, possuindo a maior distribuidora de combustíveis de aviação do Brasil, presente em 90 aeroportos com um market share de 70% no segmento

Apresentou seus resultados do 3T21 levemente acima do consenso, com receita de R$ 35,7 bilhões, subindo 23% nos três meses e Ebitda de R$ 1,2 bilhão, com alta de 16% no trimestre.

O lucro foi de R$ 598 milhões, um aumento de 57% no período. A evolução da receita foi decorrente do maior volume vendido, 17% superior ao segundo trimestre de 2021, com destaque para óleo combustível (+77%) e querosene de aviação (+40%), com a retomada da mobilidade após a segunda onda de COVID-19, que impactou o 2T21.

A empresa apresentou ganho de market share de 1,5 p.p frente ao trimestre anterior, atingindo 29% com adição de 51 postos no trimestre, ao mesmo tempo que manteve a rentabilidade das operações com, Ebitda por metro cúbico de R$ 115, em linha com o segundo trimestre de 2021.

Entre os segmentos de atuação, o destaque foi o segmento B2B, com crescimento de 51% no Ebitda (R$ 551 milhões) frente ao segundo trimestre de 2021, com margem de R$ 150 por metro cúbico (+19% na comparação trimestral) devido ao forte aumento da venda de óleo combustível e diesel para termelétricas, e redução de R$ 79 milhões em despesas operacionais (-32% na comparação trimestral), com menores gastos com pessoal, frete e serviços, decorrente dos esforços da companhia em melhorar sua eficiência operacional.

A Vibra celebrou em outubro contratos que possibilitam a compra de até 50% da Comerc Participações, uma holding de empresas que atua na comercialização, gestão de energia para consumidores livres, geradores e pequenas distribuidoras e soluções de eficiência energética.

A empresa possui um portfólio de produtos e serviços que alcança um volume de energia comercializada de aproximadamente 2 GW médios, com mais de 3,4 mil unidades consumidoras sob gestão.

A Vibra pagará cerca de R$3,25 bilhões por 50% da Comerc, precificando a empresa em R$ 6,5 bilhões, pagando um EV por Ebitda estimado de 9,7 vezes para 2022.

Weg ON (WEGE3)

Sustentamos nossa recomendação em Weg, que possui como principais destaques: a expansão contínua no cenário externo, através de acordos locais ou M&A; ganho contínuo de market share; retomada da economia brasileira; posicionamento de liderança como fornecedor no segmento de GTD (Geração, Transmissão e Distribuição de Energia).

A empresa tem mostrado boa performance dentro do setor industrial nos últimos anos.

Sua receita tem sido beneficiada pela depreciação do real, que segue crescendo como reflexo do cenário externo frente ao coronavírus, pela recuperação da demanda industrial e pelo crescimento do mercado.

Além disso, a companhia vem se beneficiando de uma expansão na sua margem Ebitda, em função dos ganhos de eficiência em função da adoção de práticas da Indústria 4.0.

A companhia não reduziu seu ritmo de investimentos durante a recente crise, gerando nesse momento uma vantagem competitiva em relação aos players locais.

Destacamos no terceiro trimestre de 2021a sólida carteira de ciclo longo, demanda positiva por equipamentos de ciclo curto, com retomada das entregas de projetos de geração de energia eólica, a recuperação da atividade industrial no mercado externo e entregas para os segmentos de mineração, óleo & gás e água & saneamento.

Quando se trata de inovação e sustentabilidade, a Weg se destaca por seu modelo de negócio, que cresce através de soluções de fontes renováveis de energia, práticas de eficiência energética e produtos e soluções com menor impacto ambiental, como a linha de motores elétricos e inversores de frequência para tração elétrica que a cia desenvolve.

A empresa também é um dos principais players do mercado brasileiro de energia eólica e atua no fornecimento de soluções completas para geração hidrelétrica.

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