JP Morgan (JPMC34): Banco registra lucro de US$3,74 por ação no terceiro trimestre

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O banco norte-americano JP Morgan Chase & Co (BDR JPMC34) registrou lucro de US$ 3,74 por ação no terceiro trimestre de 2021.

Esse resultado representa uma alta de 28% em relação ao lucro de US$ 2,92 por ação em igual período do ano passado.

“As expectativas eram em torno de US$ 3 por ação. O resultado do JP Morgan foi bom”, avaliou o analista da Levante Research, Fernando Martin, em relatório divulgado na quarta-feira (13/10).

Antes de tudo, de falarmos um pouco mais sobre o balanço do JP Morgan, vai aqui uma observação:

Para quem está começando a aportar em recibos de ações estrangeiras negociados no Brasil ou Brazilian Depositary Receipts (BDRs), vale citar que o código do JP Morgan na B3 é JPMC34.

Balanço do terceiro trimestre do JP Morgan

Logo após os dados iniciais sobre lucro por ação informados anteriormente, vale citar outras informações:

A receita líquida do terceiro trimestre foi de US$ 30,4 bilhões, um aumento de 2% na comparação anual.

“Se excluirmos as receitas advindas de juros, o crescimento foi de 3%, principalmente devido maiores fees (comissões) advindos do Investment Banking”, calcula Martin.

Aumento das despesas no banco

Além disso, o analista destacou que as despesas operacionais tiveram um crescimento de 1% no período, ocasionadas por um aumento nas despesas com marketing e tecnologia.

Em seguida, Martin também observou a companhia reverteu um total de US$ 1,5 bilhão em provisões para perda de crédito, contra uma perda de US$ 524 milhões no mesmo período do ano anterior.

Análise sobre o JP Morgan

Segundo o analista, a área de banco de varejo do JP Morgan também registrou um terceiro trimestre “forte”.

“Uma vez que os gastos com cartão de crédito aumentaram e os clientes pagaram os empréstimos em um ritmo mais lento, o que significa que o banco obteve mais receita de juros”, afirma.

De acordo com Martin, os resultados também foram ajudados por um bom provisionamento do banco no período da pandemia.

Em seguida, o analista explica que os bancos separam a Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) potencial, de acordo com a qualidade das carteiras.

“Após um certo período, se essa inadimplência não se concretizar, o banco pode realizar reversões das provisões”, explica Fernando Martin, da Levante Research.


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