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Veja como é a estratégia de investimentos em Bolsa do Investidor 1.

Olá! Eu me chamo Igor, tenho 36 anos, sou paulistano e advogado.

Invisto há aproximadamente 15 anos, sempre mais voltado a ações. Ao longo dessa caminhada me concentrei na análise fundamentalista pura, fazendo meus próprios estudos e, mais recentemente, também acompanhando algumas casas de research.

Por conta de negócios que lograram sucesso e de mudanças em minha realidade de vida, minha carteira cresceu ao longo de 2021 e estou promovendo algumas mudanças em termos de perfil. Ainda que continue tendo bastante foco em oportunidades de ganho de capital, o componente renda está ganhando relevância na forma de investimentos em fundos imobiliários.

Além disso, depois de muitos anos olhando somente para os fundamentos, também estou incorporando um pouco de market timing no gerenciamento das posições. Isso decorre tanto de aprendizados que colhi ao longo desses anos quanto, também, do fato de atualmente eu dispor de mais tempo para acompanhar o mercado no dia-a-dia (com a pandemia, migrei para o home office definitivamente).

Por conta das mudanças de perfil que mencionei acima, minhas movimentações mais recentes têm ocorrido com FIIs. Minhas duas últimas compras foram XPPR11 e PVBI11 – que são ativos que eu venho acompanhando há algum tempo e, aos poucos, formando posições. Ambos são FIIs de tijolo com foco em lajes corporativas.

No caso do XPPR11, a aposta é no valuation descontado (perto de R$13 mil o m², abaixo do custo de reposição) em função da vacância em alguns dos empreendimentos investidos – tendência esta que eu acredito que deve se reverter nos próximos meses, impulsionando uma reavaliação do fundo como um todo.

Já o caso do PVBI11 é mais oportunístico: o fundo virtualmente não tem vacância, mas é objeto de preocupações porque cerca de 25% de sua ABL está locada para a operadora de saúde Prevent Senior (trata-se do imóvel que é a sede administrativa da empresa), que está sendo alvo de escrutínio no âmbito da CPI da Covid. A preocupação do mercado é que eventual revés com a operadora se traduza em inadimplência para o fundo. Embora exista risco, estou formando uma pequena posição em razão da atratividade (yield perto de 8% e contratos bem amarrados, com garantias, etc).

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