As 4 formas de resolver o IR dos seus investimentos na bolsa

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Se você não sabe direito como calcular, declarar e pagar o Imposto de Renda dos seus investimentos na bolsa de valores, a primeira coisa que você precisa ter em mente é que existem diferentes soluções para esse problema, desde as que dão mais trabalho até as mais práticas. 

Aqui estamos falando não só do IR que incide sobre ações, mas também sobre outras modalidades de renda variável, tais como FIIs (fundos de investimento imobiliário), ETFs (papéis que seguem um determinado índice) e BDRs (ativos que representam empresas estrangeiras). 

Neste artigo, o blog do Grana Capital explica quais são os quatro tipos diferentes de soluções para IR de renda variável existentes no Brasil. Vamos lá?

1. Resolver tudo por conta própria

Essa é sem dúvida a maneira mais trabalhosa de lidar com o IR. Você precisa pegar as suas notas de corretagem, calcular o preço médio pago nos ativos, o preço médio obtido nas vendas, tirar a diferença, descontar os custos, compensar os prejuízos acumulados, multiplicar o resultado pela alíquota, entrar no site da Receita Federal, emitir o Darf (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) e, finalmente, pagar o Darf. 

Isso se você não estiver com nenhum imposto atrasado. Nesse caso, precisaria calcular ainda a multa e os juros acumulados.

2. Contratar um contador

O contador já alivia bastante o trabalho e ainda dá a segurança de que você está fazendo tudo corretamente, se contratar um bom profissional. Você vai precisar pegar todas as suas notas de corretagem (esse documento você obtém junto à corretora) e enviar a ele. O especialista vai fazer todo o resto e você só vai ter que pagar (para ele e para a Receita Federal). 

3. Pagar uma calculadora de IR 

As calculadoras de Imposto de Renda são serviços online em que o cliente fornece os dados, e a ferramenta faz as contas e emite o Darf. 

É preciso ficar atento a dois aspectos. Primeiro, em geral é o próprio cliente quem digita, número por número, as informações das notas de corretagem. Então, se você opera muito ou se não se dá bem com esse tipo de atividade, já pode prever que vai ter um certo trabalho. Em relação a isso, algumas calculadoras de IR oferecem também o serviço adicional da inclusão dos dados no sistema. Assim, você só envia as notas de corretagem e eles fazem o resto. 

O segundo aspecto ao qual é preciso ficar atento é a mensalidade. Normalmente as calculadoras de IR cobram por mês, o que quer dizer que você vai ter que pagar pelo serviço mesmo nos períodos em que não tiver imposto a recolher. 

4. Usar um sistema 100% automatizado

Trata-se de um sistema integrado com a própria bolsa, de modo que você não precisa nem ver as suas notas de corretagem, nem se preocupar com os cálculos e com o Darf. 

Em vez de você pedir as notas de corretagem para a sua corretora, o sistema extrai esses dados direto da bolsa e faz todos os cálculos, inclusive descontando os prejuízos a compensar. No Brasil, a única ferramenta que faz isso é o nosso aplicativo, o Grana Capital

O app avisa ao usuário quando ele tem Imposto de Renda a recolher e informa o valor. O pagamento pode ser feito no próprio aplicativo, via boleto, cartão ou pix.

No caso do Grana, não há mensalidade. O cliente só paga pelo serviço do app nos meses em que tiver imposto a recolher. Ou seja, se você vender menos de R$ 20 mil em ações em um determinado mês, sem operar day trade, você está na faixa de isenção; logo, não vai pagar nem o IR nem a taxa do aplicativo. 

Para baixar o Grana gratuitamente, clique aqui. 

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